A urbanização chegou ao Brasil no século XIX e desde então as grandes cidades foram predominando o território nacional. Para se ter uma ideia, de acordo com o último levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2010, o Brasil possuía 191 milhões de habitantes, sendo que 161 milhões viviam em zonas urbanas enquanto que 29 milhões viviam em zona rural. No entanto, é importante lembrar quando falamos em zonas rurais, os indígenas também fazem parte deste cenário e ao contrário do que muitos pensam, ainda há índios em meio à urbanização.
Por isso, a FJU da zona leste de São Paulo realizou a primeira ação social na aldeia Tekoá Pyau, localizada na zona Oeste da capital.Uma aldeia com mais de 900 indígenas recebeu cerca de 80 voluntários para uma tarde de muita alegria. Os jovens movidos pelo desejo de ajudar o próximo não olharam as condições e proporcionaram uma tarde de solidariedade e alegria a todos da aldeia.

Voluntário a pouco mais de um ano na FJU, o Bancário Higor Torres Vidal, de 22 anos não hesitou em mostrar sua alegria em fazer parte de um trabalho como este. Ter um momento com eles o fez refletir sobre valores muitas vezes perdidos na sociedade “Não sabia que ainda existiam indígenas próximos à cidade, com essas ações vemos que devemos sempre usar o que temos para ajudar o próximo”, disse.

10633274_859867204146474_4512612242693157681_oMuito mais que um trabalho social. Para o pastor Kleber Pinheiro, responsável pela FJU na zona Leste, passar uma tarde com os indígenas é ma forma de valorizá-los também. “Este não é um trabalho social qualquer, mas é uma forma de mostrar que eles têm valor, potencial e talento e a FJU sabe fazer isso muito bem. Além do mais, eles nos receberam de braços abertos. Foi uma tarde maravilhosa.”, concluiu o pastor.

Na ocasião foi oferecido a eles, cestas básicas, manicure, cabeleireiro, orientação médica e o entretenimento ficou por conta do cultura FJU com bandas e peças teatrais. A alegria era notória no rosto de cada pessoa presente, desde os voluntários até os indígenas da aldeia. Para o pajé João ver que a aldeia está sendo notada é uma forma de saber que Deus ainda olha para eles. “Nossa aldeia já não tem mais nada, estamos no meio da cidade, receber a Força Jovem para mim é algo muito grande, é Deus que está olhando para a gente”, relata.

Confira as fotos desta ação social:

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