Atualidades do Oriente Médio no Centro Cultural Jerusalém

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Nesse último domingo dia 20/09 tivemos no Centro Cultural Jerusalém a palestra “Atualidades No Oriente Médio”, organizada pelo projeto Universitários do FJU e apresentada pelo internacional palestrante Ariel Krok. O evento contou com a presença de diversos jovens universitários do Rio de Janeiro, interessados em saber mais sobre os conflitos, cultura e desenvolvimento na região.

O palestrante começou o evento com a seguinte pergunta: “Como podemos ajudar o Oriente Médio?” Sabemos que a guerra é constante e que os números chegam terrivelmente aos 300mil mortos e 7 milhões de refugiados. Ao ponto da ONU criar uma agência exclusiva para refugiados palestinos. O que nos faz pensar: para que servem essas guerras e conflitos? Pois com tantos atritos os países ao redor de Israel perdem os benefícios de uma convivência pacífica e lucrativa, como é o caso da Cisjordânia e seu recente contrato de 15 bilhões na área petrolífera.

O que a mídia não relata, é que Israel é um dos países pioneiros em tecnologia. Dentre as principais ressaltamos a reutilização da água. É o primeiro país no mundo nesse quesito (mais de 80% da água é reutilizada) sendo que o segundo colocado, Espanha, só reutiliza 17%. Além disso, temos também tecnologia de plantio (kibutz), medicina e programação. Uma das primeiras redes sociais criadas, ICQ, veio de Israel. E o popular Whatsapp também!

Foi explicado pelo palestrante que o maior interessado na paz é Israel, porém para a mídia isso não é interessante. Percebemos através da palestra, que muitas das fotos e imagens divulgadas pela internet são na verdade manipulações, muitas das vezes grosseiras e até mesmo oriundas de filmes de Hollywood. À essa manipulação de informações foi dado o nome de Pallywood.

Qual é o futuro de uma criança de um país em guerra? Não há futuro… Segundo diversas fontes e estatísticas apresentadas, vimos que morrem o dobro de pessoas no Brasil do que em Gaza. Então porque a mídia coloca Israel como o mal do Oriente? A verdade é que as nações que estão ao redor de Israel são resistentes à paz. Inclusive uma frase que marcou a palestra foi que ”Israel investe na segurança de sua população, enquanto o Hamas investe em escudos humanos”. Israel perde a guerra da mídia por proteger sua população. Enquanto os outros investem em ataques e manipulações, Israel investe em abrigos e proteções para si e para os que o atacam. Não é uma questão de rixas ou nações. São apenas vidas. Mas o que mais interfere na paz no Oriente Médio é próprio preconceito dos países árabes.

Finalizou a palestra explicando que a única maneira de ajudar a o Oriente Médio é através do conhecimento. Uma vez que os ditadores dos países árabes pararem de usar seu povo como material bélico, e a população começar a ter o entendimento dos malefícios que a guerra traz, o caminho para uma possível paz estará iniciado.

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